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quinta-feira, 13 de junho de 2013

TIM é condenada por terceirização irregular



A 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou as empresas TIM Nordeste e A&C Centro de Contatos ao pagamento de indenização por dano moral coletivo, no valor de R$ 6 milhões, relativo à contratação ilícita de cerca de quatro mil empregados terceirizados que prestavam serviços na área de call center. Segundo o relator do processo, ministro Fernando Eizo Ono, o TST “tem decidido reiteradamente pela possibilidade de condenação de empresas ao pagamento de indenização por dano moral coletivo, em caso de prática de atos violadores da legislação trabalhista que atingem número expressivo de

sexta-feira, 22 de março de 2013

Empresa terá de indenizar agente de call center demitida por xingar cliente


Guaciara Cristóvão de Sousa, operadora de call center ganhou indenização, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Uma ex-operadora de telemarketing de Goiânia ganhou uma ação, em segunda instância, movida contra a agência de call center em que trabalhava. Pela decisão, ela receberá R$ 5 mil de indenização por danos morais. A sentença foi dada em fevereiro deste ano. Guaciara Cristóvão de Sousa entrou na Justiça quando foi demitida por justa causa após xingar um cliente durante um atendimento. No entanto, conseguiu provar que estava doente quando foi mandada embora. De acordo com a sentença, ela havia sofrido uma intensa pressão no trabalho e, por isso, desenvolveu uma doença chamada Síndrome de Burnout. Cabe recurso da decisão. Guaciara justifica que a demissão aconteceu depois que um cliente pediu que ela fizesse um procedimento

Empregada é indenizada por esgotamento profissional


Uma operadora de call center que trabalhava na empresa Atento vai receber indenização por danos morais devido ao desenvolvimento de Síndrome de Burnout, conhecida como síndrome do esgotamento profissional, ocasionada pelo ritmo estressante de trabalho. A decisão é da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, em Goiás.
A juíza de primeiro grau Fabíola Martins havia condenado a empresa ao pagamento de horas extras, indenização por danos morais e reversão da dispensa por justa causa. No recurso ao TRT, a empresa alegou que a dispensa por justa causa aconteceu porque a trabalhadora xingou um cliente. Já quanto à indenização por danos morais, a empresa argumentou que não é