No documento enviado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), a AGU defendeu a Caixa Econômica Federal – ré nos processos –, com o argumento de que uma decisão favorável aos trabalhadores teria efeitos "devastadores à estabilidade econômica que o Brasil vem desenvolvendo”.
Segundo a União, a mudança do índice de correção das contas vinculadas ao FGTS vai encarecer os financiamentos habitacionais e inviabilizar o próprio fundo, que tem 60% de seus recursos investidos em habitação popular.